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artigianale · 12.03.2026 · 2 min de leitura

De uma fibra celulósica à Via d'Azeglio: doze anos de bolsas Gamberini

Da una fibra cellulosica a Via d'Azeglio: dodici anni di borse Gamberini

Em 2013 construí uma pequena clutch em fibra celulósica. Chamava-se Zoje: nada de pele, um material que ninguém usava para bolsas, e cada milímetro já decidido.

Desde então passou mais de uma década. Conto-ta um modelo de cada vez.

2014 — A estreia no WHITE de Milão

A primeira coleção — Zoje, Bavoll e Maraveja — chega ao WHITE de Milão como proposta emergente. Três modelos em fibra celulósica, com nomes bolonheses, e o Cameo Exchange já desde o primeiro dia.

Aqueles stands e aqueles compradores convenceram-me de uma coisa: a visão tinha mercado para lá de Bolonha.

2015 — A Night e a Via d'Azeglio

Nasce a Night: é a bolsa que ainda hoje reconheces ao longe, e a primeira a levar o cameo na pele. Em outubro abro a loja na Via d'Azeglio 5/A, e desde então é a minha casa.

2016-2019 — A família cresce

Chegam a Day, a Shopper, a Backpack, a Springa, a Little: um modelo por ano, cada um com uma razão precisa. Em 2018 partem as primeiras encomendas para fora de Itália, para a Rússia e os Estados Unidos.

2020-2023 — A pandemia e a retoma

Dois anos difíceis não param o desenho: nascem a Lady, a Sofy, a Curly, a Margherita, a Half-Moon, a Marlene, a Ubertina, a Jane. O e-commerce cresce e a marca aguenta.

2024 — O Leão

Com a Luna festejo os dez anos. Pela primeira vez o oval não acolhe um cameo intercambiável, mas um Leão em latão dourado, inspirado na Fonte de Neptuno. Uma homenagem à minha cidade que fica fixa.

2025 e mais além

A Emilia, a Allegra e a Springa Peonia Camoscio para a linha wedding. A marca continua a escrever-se, um modelo de cada vez.